Livreto celebrativo | Tomada de Posse da cátedra Arquidiocesana

 

TOMADA DE POSSE 
DO ARCEBISPO METROPOLITANO
DOM GUSTAVO CAMPOS

RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA 

O Bispo, de vestes corais, é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA
(Eis o grande Sacerdote)

EIS O GRANDE SACERDOTE,
QUE NOS DIAS DE SUA VIDA AGRADOU AO SENHOR!

POR ISSO O SENHOR, O JURAMENTO,
O FEZ CRESCER, O FEZ CRESCER ENTRE O SEU POVO!

BENDITO, O SENHOR ABENÇOOU TODAS AS GENTES!
E SOBRE A SUA CABEÇA CONFIOU SUA ALIANÇA!

POR ISSO O SENHOR, O JURAMENTO,
O FEZ CRESCER, O FEZ CRESCER ENTRE O SEU POVO!

GLÓRIA AO PAI, E AO FILHO, E AO ESPÍRITO SANTO.

POR ISSO O SENHOR, O JURAMENTO,
O FEZ CRESCER, O FEZ CRESCER ENTRE O SEU POVO!

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO 

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

PARAMENTAÇÃO 

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

MISSA
Ritos Iniciais 

Canto de entrada
(Venham todos para a Ceia do Senhor)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

VENHAM, VENHAM TODOS
PARA A CEIA DO SENHOR!
CASA ILUMINADA
MESA PREPARADA
COM PAZ E AMOR
PORTA SEMPRE ABERTA
PAI AMIGO, AGUARDANDO, ACOLHEDOR
VEM DO ALTO, POR MARIA
ESTE PÃO QUE VAI NOS DAR
PÃO DOS ANJOS, QUEM DIRIA!
NOS FARÁ RESSUSCITAR!

CANTA A IGREJA: O SACRIFÍCIO
QUE, NA CRUZ, FOI SEU INÍCIO!
E, ANTES, JESUS QUIS ENTREGAR
CORPO E SANGUE EM ALIMENTO
PRECIOSO TESTAMENTO!
COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

VENHAM, VENHAM TODOS
PARA A CEIA DO SENHOR!
CASA ILUMINADA
MESA PREPARADA
COM PAZ E AMOR
PORTA SEMPRE ABERTA
PAI AMIGO, AGUARDANDO, ACOLHEDOR
VEM DO ALTO, POR MARIA
ESTE PÃO QUE VAI NOS DAR
PÃO DOS ANJOS, QUEM DIRIA!
NOS FARÁ RESSUSCITAR!

PARA A FONTE EUCARISTIA
VAI SEDENTA A ROMARIA
VOLTA EM MISSÃO DE TRANSFORMAR
CADA UM E TODO O POVO
CONSTRUINDO UM MUNDO NOVO
COMO NÃO NOS ALEGRAR?!

VENHAM, VENHAM TODOS
PARA A CEIA DO SENHOR!
CASA ILUMINADA
MESA PREPARADA
COM PAZ E AMOR
PORTA SEMPRE ABERTA
PAI AMIGO, AGUARDANDO, ACOLHEDOR
VEM DO ALTO, POR MARIA
ESTE PÃO QUE VAI NOS DAR
PÃO DOS ANJOS, QUEM DIRIA!
NOS FARÁ RESSUSCITAR!

Feita a reverência ao altar, o Arcebispo dirige-se para a cátedra e o Bispo ocupa o primeiro lugar entre os concelebrantes.

SAUDAÇÃO 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Arcebispo: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O Bispo senta-se e recebe a mitra.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.


BENEDICTVS, EPISCOPUS,
SERVUM SERVORUM DEI

Ao dileto filho, Gustavo Souza,
 até o presente Vigário Geral de Roma e Bispo titular de Tinum,
eleito Arcebispo Metropolitano de Aparecida;
e a todos que estas letras virem, graça paz no Senhor Jesus Cristo.

O pastoreio que exercemos, assentado na Cátedra de Pedro, nos impele a prover novos pastores para a edificação do Povo de Deusem todas as realidades do orbe.

A Igreja de Aparecida, de grande dignidade e relevância histórica no universo habbiano, sobressai-se como testemunha perene da fé e goza do título de primaz outrora concedido pela Carta Apostólica Ecclesia in Brasilia, do Papa Bento VI.

Considerando a vacância desta Sé Arquiepiscopal e tendo ouvido o parecer do Dicastério para o Clero, além de consultarmos vários irmãos no episcopado, voltamos nossa atenção para ti, reconhecendo teu zelo pastoral e fidelidade na missão pontifical.

Assim, exercendo a plenitude de nossa autoridade apostólica, te nomeamos e constituimos Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecida, com todos os direitos e deveres inerentes a este encargo, desvinculando-te de tua Sé anterior de Tinum. Ordenamos-te, outrossim, que procures incessantemente o despertar de novas vocações, empenhando-te no aumento do clero diocesano e na constante promoção e incentivo às ordens religiosas.

A Sé de Aparecida deverá ser reinstalada em Missa Solene a ser oficiada por um Legado Pontifício, ocasião em que se deverá ler a Constituição Apostólica Mater Fidelis Populi. Do mesmo modo, a posse canônica dar-se-á em solene celebração na Catedral, mediante a apresentação destas Letras Apostólicas, sendo que o pálio arquiepiscopal te será entregue por nós em Roma. 

Pede-se que guies este rebanho com sabedoria, mansidão e vigor apostólico, sustentando os fiéis segundo os ensinamentos de Cristo. Com afeto paterno, concedemos-te nossa bênção apostólica, confiando o teu ministério à maternal e constante proteção da Bem-aventurada Virgem Maria da Conceição Aparecida, padroeira principal do Habbo Hotel e excelsa padroeira desta Arquidiocese.

Dado e passado em Roma, junto a São Pedro, aos doze dias do mês de setembro, memória do Santíssimo Nome de Maria, no Ano Missionário de dois mil e vinte e seis, primeiro de Nosso Pontificado.
 

No fim, todos aclamam: 
℟.: Graças a Deus.

ALOCUÇÃO DE SAUDAÇÃO AO BISPO

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI:
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI!

MAUS PASTORES NUM DIA DE SOMBRA,
NÃO CUIDARAM E O REBANHO SE PERDEU.
VOU SAIR PELO CAMPO, REUNIR O QUE É MEU,
CONDUZIR E SALVAR.

SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI:
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI!

VERDES PRADOS E BELAS MONTANHAS
HÃO DE VER O PASTOR REBANHO ATRÁS.
JUNTO A MIM AS OELHAS TERÃO MUITA PAZ,
PODERÃO DESCANSAR!

SOU BOM PASTOR, OVELHAS GUARDAREI:
NÃO TENHO OUTRO OFÍCIO NEM TEREI.
QUANTAS VIDAS EU TIVER EU LHES DAREI!

HINO DO GLÓRIA

Canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA IN EXCELSIS DEO, ET IN TERRA PAX HOMINIBUS, 
BONAE VOLUNTATIS, BONAE VOLUNTATIS!

NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR DEUS REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO,
SENHOR, FILHO UNIGÊNITO, JESUS CRISTO!

GLÓRIA IN EXCELSIS DEO, ET IN TERRA PAX HOMINIBUS, 
BONAE VOLUNTATIS, BONAE VOLUNTATIS!

SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS!

GLÓRIA IN EXCELSIS DEO, ET IN TERRA PAX HOMINIBUS, 
BONAE VOLUNTATIS, BONAE VOLUNTATIS!

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VOS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTISSÍMO, JESUS CRISTO!
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM!

GLÓRIA IN EXCELSIS DEO, ET IN TERRA PAX HOMINIBUS, 
BONAE VOLUNTATIS, BONAE VOLUNTATIS!

HINO DO GLÓRIA
Canta-se ou recita-se em seguida o hino:

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO: 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, 
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA. 
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, 
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS, DE DEUS PAI. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS. 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SUPLICA. 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS. 
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR, 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, 
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 
AMÉM. AMÉM. AMÉM. AMÉM.

Ou, para a recitação:
℟.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa suhplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, olhai com bondade os que redimistes e adotastes como filhos e filhas, e concedei aos que creem no Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
1Cor 10, 14-22

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios
Meus caríssimos, fugi da idolatria. Eu vos falo como a pessoas esclarecidas. Então, ponderai bem o que eu digo: O cálice da bênção, o cálice que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é comunhão com o corpo de Cristo? Porque há um só pão, nós todos somos um só corpo, pois todos participamos desse único pão. Considerai os filhos de Israel: Os que comem as vítimas sacrificais não estão em comunhão com o altar? Então, o que dizer? Que a carne de um sacrifício idolátrico tem algum valor? Ou que o ídolo vale alguma coisa? — Nada disso. O que eu digo é que os idólatras oferecem seus sacrifícios aos demônios e não a Deus. Ora, eu não quero que entreis em comunhão com os demônios. Vós não podeis beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; vós não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou, quem sabe, queremos excitar o zelo santo do Senhor? Somos porventura mais fortes do que ele?
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
Sl 115(116), 12-13. 17-18 (R. 17a)

℟. Oferto ao Senhor um sacrifício de louvor. 
— Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor? Elevo o cálice da minha salvação, invocando o nome santo do Senhor. ℟.
 — Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido. ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Aleluia! Ap, 1,8)

ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA! 

GLÓRIA AO PAI E AO FILHO E AO ESPÍRITO DIVINO, 
AO DEUS QUE É, QUE ERA E QUE VEM, PELOS SÉCULOS. AMÉM.

ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA! ALELUIA, ALELUIA! 

EVANGELHO
(Lc 6, 43-49)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons. Toda árvore é reconhecida pelos seus frutos. Não se colhem figos de espinheiros, nem uvas de plantas espinhosas. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração. Mas o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, pois sua boca fala do que o coração está cheio. Por que me chamais: ‘Senhor! Senhor!’, mas não fazeis o que eu digo? Vou mostrar-vos com quem se parece todo aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as põe em prática. É semelhante a um homem que construiu uma casa: cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a torrente deu contra a casa, mas não conseguiu derrubá-la, porque estava bem construída. Aquele, porém, que ouve e não põe em prática, é semelhante a um homem que construiu uma casa no chão, sem alicerce. A torrente deu contra a casa, e ela imediatamente desabou; e foi grande a ruína dessa casa”.

℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Niceno-constantinopolitano)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E phor nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
Às palavras seguintes, até e se fez homem, todos se inclinam.
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da virgem Maria, e se fez homem. Também phor nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Pres.:  Irmãos e irmãs, elevemos à Santíssima Trindade as nossas humildes intenções, dizendo:

℟.: Ouvi-nos, ó Pai, por vosso Filho, no Espírito Santo.

1. Deus Pai quis se revelar à humanidade escolhendo para si um povo. Pela Santa Igreja, para que seja capaz de congregar todos os povos em um só rebanho, rezemos ao Senhor.

2. Deus Filho ordenou que a Igreja ensinasse e batizasse todos os povos. Pelos governantes, para que promovam a liberdade religiosa e defendam leis que realizem a dignidade humana, rezemos ao Senhor.

3. Deus Espírito Santo socorre a fraqueza daqueles que já não sabem mais como orar. Pelos que sofrem, para que encontrem no Paráclito o consolo em suas tribulações, rezemos ao Senhor.

Pres.: Senhor, ouvi bondoso as nossas intenções e concedei-nos o auxílio da vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
(Ó trindade imensa e Una)

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Ó TRINDADE IMENSA E UNA,
VOSSA FORÇA TUDO CRIA; 
VOSSA MÃO QUE REGE OS TEMPOS,
ANTES DELES EXISTIA.

PAI, DA GRAÇA FONTE VIVA,
LUZ DA GLÓRIA DE DEUS PAI,
SANTO ESPÍRITO DA VIDA,
QUE NO AMOR OS ENLAÇAIS.

SÓ POR VÓS, TRINDADE SANTA,
SUMA ORIGEM, TODO BEM,
TODO SER, TODA BELEZA,
TODA VIDA SE MANTÉM.

NÓS, OS FILHOS ADOTIVOS,
PELA GRAÇA CONSAGRADOS,
NOS TORNEMOS TEMPLOS VIVOS,
A VÓS SEMPRE DEDICADOS.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.


CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor nosso Deus, nós vos pedimos, santificai, pela invocação do vosso nome, esta nossa humilde oferenda, e, por meio dela, tornai-nos uma dádiva perene para vós. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
 ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
Prefácio
(O mistério da Santíssima Trindade)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Com vosso Filho Unigênito e o Espírito Santo, sois um só Deus e um só Senhor. Não uma única pessoa, mas três pessoas num só Deus. Tudo o que revelastes e nós cremos a respeito de vossa glória, atribuímos sem diferença ao Filho e ao Espírito Santo. Portanto, proclamando nossa fé em vossa verdadeira e eterna divindade, adoramos cada uma das três pessoas, na mesma natureza e igual majestade. Por isso vos louvam os anjos e os arcanjos, os Querubins e os Serafins que não cessam de proclamar todos os dias, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo
(Santo – José Luiz Prim I)

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR, DEUS DO UNIVERSO. 
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS! 
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR! 
HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS! 

Ou, para a recitação:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a  fim de que se tornem o Corpo + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Clemente e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO
(Cordeiro - José Luiz Prim I)

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A VOSSA PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ.

Ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO
(Teu amor vai além da medida)

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O MEU PRÓPRIO PENSAR.
O TEU SONHO É PARTILHA E CONVIDA
TODO SER A SABER PARTILHAR.

TEU AMOR É DE PAI E DE FILHO,
SEM LIMITE, É DE ETERNO VIGOR;
É DE ESPÍRITO SANTO TEU BRILHO,
É TOTAL COMUNHÃO TEU AMOR!

TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O QUE POSSO FAZER.
O UNIVERSO CONFIRMA QUE A VIDA
É O SUBLIME DESTINO DO SER!

TEU AMOR É DE PAI E DE FILHO,
SEM LIMITE, É DE ETERNO VIGOR;
É DE ESPÍRITO SANTO TEU BRILHO,
É TOTAL COMUNHÃO TEU AMOR!

TEU AMOR VAI ALÉM DA MEDIDA,
SE A MEDIDA É O QUE POSSO DIZER.
MINHA VOZ É TÃO FRÁGIL, PARTIDA,
SÓ TUA VOZ É QUE ENSINA A VIVER!

TEU AMOR É DE PAI E DE FILHO,
SEM LIMITE, É DE ETERNO VIGOR;
É DE ESPÍRITO SANTO TEU BRILHO,
É TOTAL COMUNHÃO TEU AMOR!

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Cf. Gl 4, 6)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá, ó Pai!

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor nosso Deus, proclamando nossa fé na Trindade eterna e santa e na sua indivisível Unidade, nós vos pedimos que a comunhão neste sacramento nos sirva para a saúde do corpo e da alma. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

LEITURA DA ATA DA POSSE

Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Aos doze dias do mês de setembro do ano de dois mil e vinte e seis, às vinte e uma horas, na Basílica Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Sé Arquidiocesana, na presença dos senhores arcebispos e bispos presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Aparecida o Exmo. e Revmo. Sr. Dom Gustavo Campos. No início da cerimônia, após a Leitura das Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano, Dom Gustavo Campos tomou posse de sua Igreja Particular e presidiu à Solene Concelebração Eucarística. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, (Quem for ler), testemunha de tal posse, bem como por Dom Gustavo Campos, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

BÊNÇÃO FINAL
(Oração sobre o povo, nº 13)

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres.: Ó Deus, que a vossa bênção frutifique em vossos fiéis e os disponha a todo progresso espiritual para que sejam sustentados em suas ações pela força do vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor. 
℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, + Pai e + Filho e + Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


CANTO FINAL
A MISSÃO SÓ COMEÇOU.
VAMOS, IRMÃOS, TESTEMUNHAR!
SOMOS POVO PEREGRINO,
VAMOS JUNTOS TRABALHAR!

“IDE A TODOS OS POVOS!”
O SENHOR NOS ENVIOU.
SOMOS UMA IGREJA VIVA,
VAMOS FESTEJAR O AMOR.

QUEREMOS JUSTIÇA E PAZ,
VIDA REPLETA DE UNIÃO.
SOMOS NA FRATERNIDADE
CORAÇÕES EM COMUNHÃO.

O SENHOR NOS ACOMPANHA,
NO TRABALHO E NO LAR.
SOMOS MAIS QUE AGRACIADOS,
DEUS CONOSCO QUER ESTAR.

DEUS CONCEDE A TODOS NÓS
 SUA TERNA PROTEÇÃO.
 ABENÇOA OS SEUS AMIGOS,
 PÕE EM NÓS A TUA MÃO
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